queria tê-lo agora para beijar-te
simplesmente teu sono
tarde da noite não durmo
o lápis arranha a pele
da folha tardando o poema
que crespa crispa
por tempos findos
como canção que acaba
foi embora e o sono
cansa o tempo todo
Imagem: Edward Burne-Jones_”Last Sleep of Arthur in Avalon”

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